21 de jan de 2010

Terror nacional de verdade


O terror sempre foi o gênero mais extremo do cinema. Seja em uma casa abandonada, num cemitério, num pesadelo. Independente da qualidade sempre chama atenção e é aposta quase certa de lucro. Curiosamente, o terror nunca foi muito produzido no Brasil. Quando feito, explora mitos e monstros europeus, desperdiçando a riqueza da nossa cultura. Um dos poucos que ainda se esforçam para mudar essa situação é o cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Ainda assim, ele deixa muita coisa da cultura nacional de fora. Demonstrarei as coisas brasileiras que se fossem utilizadas em uma filme de terror bateriam qualquer Exorcista e Iluminado.

Sarney: Um filme do Sarney? Isso ia superar qualquer Jason, Freddy Krueger, Leatherface, Frankenstein, Dracula, e tudo o mais que você consiga lembrar. Ia ser o maior monstro da história do cinema. Sem ter nem filme ele já aterroriza o Brasil sendo presidente do Senado. Merece ter tantos filmes quanto a série Sexta-Feira 13.

Hebe e Ana Maria Braga: Fala a verdade, vai dizer que você não foge da sala quando alguém da sua casa, geralmente o pai ou a mãe, liga a TV na Ana Maria Braga e na Hebe? Agora imagina as duas juntas, por mais de duas horas, com o áudio e a tela de cinema contando casos de vida e entrevistando aquelas pessoas que você nunca viu e que não gostaria de conhecer. Agora que a Hebe quase morreu dava até pra ela pegar um papel de zumbi.

Calypso: Edifício Joelma pra quê? Sinto muito mais medo da dupla Joelma e Chimbinha do que o boato do incêncio provocado por espíritos. E nem precisava de muito. Era só colocar o DVD do Calypso bem alto e pronto. O que ia ter de nego fugindo...

Sessão da Tarde: Todo cinema devia transmitir à tarde a Sessão da Tarde. Qual outra sessão exibe filmes que ainda nem estrearam no cinema, como os supersucessos De Volta para o futuro, A Lagoa azul, Curtindo a Vida Adoidado, e até o sucesso Avatar: O Início, também conhecido como Pocahontas.

Eu: Mas terror assustador de verdade seria se fizessem um filme comigo como monstro. Todo mundo sai correndo quando me aproximo pra conversar e dizem que o meu ronco parece coisa do outro mundo. E olha que nem sou chato, ainda que todo mundo afirme o contrário.

3 comentários:

  1. Realmente estes filmes dariam muito medo!
    O do Calypso principalmente. Eu nem teria coragem de assistir!

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  2. Joelma Alves11:24 AM

    Falando em Edifício Joelma,uma vez,na escola,me perguntaram se meu nome era em homenagem ao Edifício,dá pra acreditar!?! o.0

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  3. kkkkkkkk.....
    Pq vc não falou que era uma homenagem a sua família que morreu inteira lá!

    auhauhauha

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