25 de ago de 2007

noticias malucas

Um programador de computador descobriu que sua namorada estava tendo um caso quando seu papagaio não parava de repetir o nome de um homem, informou a imprensa britânica ontem. A ave, um papagaio cinza africano, não parava de dizer I love you, Gary” (Eu te amo, Gary) ao seu dono, Chris Taylor, quando ele estava sentado no sofá ao lado da namorada, Suzy Collins, no flat que dividiam em Leeds, na Grã-Bretanha. Quando Taylor reparou a reação embaraçada da namorada, a confusão veio à tona. Ela tinha um amante com que se encontrava no próprio flat, sob o olhar curioso de Ziggy, o papagaio. A operadora de telemarketing admitiu o romance com um colega de trabalho chamado Gary que já durava quatro meses. De acordo com a imprensa britânica, Ziggy também imitava a voz de Collins toda vez que ela falava ao telefone Oi, Gary. A operadora de telemarketing não mora mais com Taylor e Ziggy.

Uma francesa admitiu, em um tribunal da Austrália, ter tentado abrir a porta de um avião em pleno vôo para fumar um cigarro do lado de fora. Sandrine Helene Sellies, 34 anos, que tem medo de voar de avião, havia bebido álcool e tomado remédio para dormir antes do vôo entre Hong Kong e Brisbane, na Austrália. Ela foi vista andando em direção à porta do avião da Cathay Pacific com um cigarro apagado e um isqueiro na mão. Ela começou a tentar abrir saída de emergência quando foi impedida por uma comissária de bordo. A advogada de defesa, Helen Shilton, disse que sua cliente não tem memória do que aconteceu durante o vôo no sábado, e que ela tem histórico de sonambulismo. Na Corte de Magistrados de Brisbane, Sellies se declarou culpada por ter posto em risco a segurança do vôo. Ela recebeu uma multa de US$ 1 mil (cerca de R$ 1.633), que foi suspensa, mas poderá ser reaplicada se ela cometer qualquer crime nos próximos 12 meses. A turista francesa estava começando férias de três semanas na Austrália com o marido.

Sexo barulhento não é motivo para despejo, mas apenas se for praticado durante o dia, decidiu a administradora de um prédio de apartamentos da cidade sueca de Borlaenge, 220 quilômetros ao noroeste de Estocolmo. Depois de reclamações de vizinhos contra um casal que fazia muito barulho durante o ato sexual – sempre no período vespertino –, a companhia foi obrigada a tomar uma posição sobre o assunto. Ficou determinado: fazer amor é parte da vida familiar normal e não pode ser motivo para expulsão, mas sexo barulhento, apenas no horário permitido por lei. Na verdade, a legislação sueca já garante esse direito. Segundo o Ato de Moradia da Suécia, os vizinhos não podem ser incomodados por barulhos – qualquer que seja a fonte – durante um determinado período, geralmente entre as 22 e 7 horas. Para a diretora de marketing da administradora, Lena Lundberg, reclamar contra barulhos provocados pelo sexo durante a tarde é a mesma coisa que reclamar contra o choro de bebês

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